Com uma carteira total de crédito rural que alcançou R$ 121 bilhões em janeiro desse ano, o Sicredi se firma como um dos propulsores do agronegócio brasileiro. A instituição financeira cooperativa é o principal agente privado em liberação de recursos para produtores rurais e já está em campo com o Plano Safra 2026/27, com previsão de repassar mais de R$ 72 bilhões em crédito. No Paraná, o Sicredi foi responsável por quase ¼ do volume liberado ao agronegócio no último ciclo.
O desempenho reflete a estratégia de expansão de linhas de financiamento e instrumentos financeiros voltados à sustentabilidade econômica dos produtores, especialmente em um cenário de juros elevados e maior pressão sobre a rentabilidade no campo. “O Sicredi tem tido uma relação muito próxima de seus associados, linhas e condições atrativas e ainda o retorno de resultados. São princípios que se evidenciam ainda mais com quem é do campo, o que justifica o fortalecimento da nossa área de agronegócio”, comenta Eleuterio Benin, presidente da Sicredi Iguaçu PR/SC e Região Metropolitana de Campinas/SP.
Juntos, pai e filho celebram trajetória no agro
Um exemplo do impacto que o Sicredi gera no campo vem de São Jorge d’Oeste, na propriedade da família Tonello. Pai e filho cultivam mais de 60 alqueires em que plantam milho, soja, feijão e trigo. Eles ilustram a trajetória de quem vive no campo em celebração ao Dia do Agricultor, em 28 de julho.
Associado há mais de 30 anos à Sicredi Iguaçu, Darcysio optou pela instituição por influência do pai, que era associado ao Sistema Sicredi no Rio Grande do Sul. Esse legado continua com a participação do filho Darlan, parceiro de empreitada e associado desde os 16 anos. É ele que ajuda a administrar a propriedade, após se formar em Agronomia.
A parceria com o Sicredi permitiu ampliar a produção, ter segurança em momentos mais difíceis, profissionalizar a gestão dos negócios e manter o legado no meio rural. Foram ao menos três pedaços de terra comprados com dinheiro financiado pela cooperativa, além de maquinário e outros investimentos. “Desde quando tinha as vacas, fomos mecanizando a produção com financiamento, quando apertava pegava um dinheirinho, mas sempre cuidei pra ter o nome bom e pagar em dia, aí as coisas vão bem”, detalha o pai.
O foco na produção de grãos e cereais permite concentrar esforços na busca de novidades e implementação de inovações. “O pai é mais cabeça fechada, mas com o tempo fui trazendo aquilo que a gente vê fora e fomos dialogando e evoluindo em muitas coisas”, conta Darlan. O investimento mais recente é uma colheitadeira maior e com rotor, buscando aumentar o rendimento e melhorar a classificação do feijão. Máquina financiada pela cooperativa.
Fonte/foto: Assessoria












